Na nossa postagem anterior, apresentamos as nossas damas do arraiá da Almerinda Galvão, agora chegou a vez dos nossos cavalheiros. E eles não se intimidavam, chegavam mostrando a que veio, trazendo consigo toda a malevolência e forró no pé, sob olhar atendo do diretor Laerte.
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O disco de Luiz Gonzaga era posto na vitrola e a quadrilha entrava em cena, a caráter, todos iguais. O tecido era vendido na própria escola, para que não houvesse mais gastos dos pais na ida a rua para comprá-lo. Eles recebiam os modelos das roupas, com um molde mimiografado em filha A4, e as costureiras faziam o seu trabalho (Maria de Chicão, Maria Madalena, era algumas delas). Na grama, em frente do prédio central, seca ou molhada, o forró acontecia numa celebração harmoniosa e de bom gosto.
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A narração da quadrilha ficava a cargo das professoras Maria Antônia, Elenir Lisboa, Dilma Pereira. Havia mungunzá, arroz doce, alegria e diversão. Era uma infância pueril,simples mais cheia de afeto.
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São João e interior são pares perfeitos, talvez, essa seja a lição para que a gente precisa aprender, que ninguém é grande, suficientemente , sem trazer a humildade dentro de si. Sejamos grandes mas com a inocência e humildade de uma criança.
Viva São João!!!!
Adultos: Laerte Souza (diretor) e Dick (prefeito)
Cavalheiros: Toinho, Evans, Josemarciode Lima Marcio, Rubinaldo, Teobaldo, Gladson, Welson, Josival

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